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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Moacyr Scliar - Os Mistérios de Porto Alegre (Edelbra) x Mistérios de Porto Alegre (Artes e Ofícios)



Moacyr Scliar - Os Mistérios de Porto Alegre (Edelbra) x Mistérios de Porto Alegre (Artes e Ofícios)

Criado sobre coordenação de Regina Zilberman e publicado pela Edelbra esta edição se divide em reuniões de crônicas sobre os títulos de Os Mistérios de Porto Alegre e Reportagens do Imaginário e foi publicada em 2003.

A edição é quase a mesma do livro Mistérios de Porto Alegre publicada em 2004 pela Artes Ofícios, porém a da Edelbra traz as seguintes crônicas O Zumbi do Túnel, O Tribunal do Povo, Uma Vaga, O Clube dos Suicidas, Fisiologia Fantástica, Sonhos e Pesadelos Dos Senhores Médicos que não constam no outro e o outro da Artes e Ofícios traz Histórias Porto-Alegrenses inédita nesta edição.

Situação parecida acontece na edição do livro Histórias de Porto Alegre da L&PM que é uma edição revista, ampliada com fotos de Beto Scliar publicada em 2004, do livro publicado pela Record em 2000 com o título de Porto de Histórias e ambas não têm nenhuma relação com os primeiros livros citados nesta crônica, exceto mencionaram Porto Alegre.

Se você gosta dos textos limpos de Moacyr Scliar deveria ler.


sábado, 29 de junho de 2019

Moacyr Scliar - Histórias Que Os Jornais Não Contam


Moacyr Scliar - Histórias Que Os Jornais Não Contam

Este livro reúne 54 crônicas inspiradas em notícias de Jornal.

As notícias que ensejaram a criatividade de Moacyr estão como introdução a cada crônica e a partir de sua leitura compreendemos origem da arte da criatividade deste gênio da literatura nacional.

Meus destaques são para as crônicas -  Na Contramão da História, Estranhas Afinidades, Espaço Vital, Cueca-Cofre e Voz Interior, essas são as melhoras.

O livro é um passeio pela arte da literatura contemporânea.

segunda-feira, 4 de março de 2019

Moacyr Scliar - Um Olhar Sobre A Saúde Pública


Moacyr Scliar - Um Olhar Sobre A Saúde Pública 

Neste curto ensaio, Moacyr Scliar traça um estudo sobre a história da origem da epidemiologia no mundo, que culminou com a descoberta das múltiplas origens das doenças nos seres humanos.

Com sua verve literária traça um olhar sincero sobre a origem da saúde pública no Brasil.

Fala das políticas públicas de então, que são muito atuais já que pouco ou nada mudam no Brasil, mesmo o livro tendo sido publicado em 2003, há 16 anos.


sexta-feira, 27 de julho de 2018

Moacyr Scliar - Série Essencial - Oswaldo Cruz

Moacyr Scliar - Série Essencial - Oswaldo Cruz

Livro publicado pela Academia Brasileira de Letras que traz os perfis dos ocupantes históricos de suas cadeiras escritos por ilustre estudiosos.

E quem melhor do que Moacyr Scliar para tecer o perfil de Oswaldo Cruz, seu personagem em Sonhos Tropicais e também objeto de uma biografia.

O perfil de um percursor da saúde pública do Brasil.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Moacyr Scliar - Ciumento de Carteirinha

Moacyr Scliar - Ciumento de Carteirinha

Nesta pequena novela, Moacyr Scliar nos conta a história de Franceso, o Queco que está às voltas com a leitura de Dom Casmurro, o celebre romance de Machado de Assis que melhor nos conta a história de um ciúme grandioso.

Na novela, nos deparamos com um Concurso sobre Dom Casmurro e também pela paixão de nosso personagem principal por Júlia.

A análise da obra anda em paralelo a vida de nosso protagonista, a habilidade de Moacyr Scliar em tecer sua história vai nos prendendo na analise do romance e também na vida e dilemas do personagem principal.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Moacyr Scliar - O Texto Ou A Vida Uma Trajetória Literária

Moacyr Scliar - O Texto, Ou: A Vida: Uma Trajetória Literária

O livro mais próximo de uma biografia que Moacyr Scliar escreveu nos dá a dimensão do que ele pensava e do que o levou a escrever.

Ele descreve fatos que vem a sua memória intercalados com contos ou trechos selecionados de sua obra por ele mesmo ao longo de sua trajetória literária.

Nele encontramos dois contos longos As Pragas e Os Contistas, além de outros até então inéditos de sua obra e muitos trechos de seus romances.

Ao terminamos de navegar em suas páginas concluímos que a obra deste autor jamais será perene e durará para sempre.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Juremir Machado da Silva - Cai a Noite Sobre Palomas


Juremir Machado da Silva - Cai A Noite Sobre Palomas - Editora Sulina - 1995

A página 36 deste livro, pergunta o personagem: "Ainda é possível escrever-se um romance de ideias?" Com Cai a noite sobre Palomas Juremir Machado da Silva responde: sim, ainda é possível escrever um romance de ideias.
Ideias não faltam a Juremir, como sabem seus numerosos leitores.
Sua inquietude levou-o a explorar variados campos do conhecimento: é um homem sintonizado com a problemática intelectual de nossa época. Não por outra razão passou, recentemente, quatro anos em Paris, a cidade para a qual convergem todos os caminhos do pensamento. Não apenas isto; suas entrevistas colocaram os leitores em contato com figuras exponenciais (ou, ao menos, polêmicas). Esta experiência também faz-se presente no romance: Baudrillard ali está, e Elisabeth Roudinesco, e Habermas, Allan Bloom, Alain Filkielkraut, Clifford Geertz... Mas não se trata de uma postura de genuflexa admiração; Juremir desconfia da "vaidade cultural" (p.81). Por isso, volta constantemente as raízes. O pampa ali está, e também a grande cidade brasileira, a universidade onde arde, furiosa, a fogueira das vaidades. Uma visão que sem dúvida provocará polêmica mas Juremir nunca fugiu a polêmica e não será no texto ficcional que o fará. "A verdade depende do ângulo", diz o inspetor a página 114, e ele aqui apresenta o seu ângulo de visão, a sua mirada que muitos talvez considerem insolente, mas que sem dúvida é autêntica. E abrangente; as grandes questões de nosso tempo, o papel da esquerda no mundo pós-Muro, a posição dos intelectuais, a função da arte e da literatura, tudo nestas 264 páginas. Junto, um retrato do Brasil atual: ali está Zelia bloqueando a poupança, ali estão os meninos que "caem na cola e na maconha". Mas não se trata apenas de posições, de opiniões de análise, há aqui uma historia, desdobrada em vários cenários, uma história que se sustenta como ficção. Uma ficção, alias, que nada tem de experimental ou de hermética; o autor evoca a época em que "os romances revestiam os homens comuns com qualidades insuspeitadas". Os autores que lhe servem de modelo são Tchecov, Doistoievski, Musil. É preciso redescobrir o valor dos clássicos, diz o personagem Inácio Silveira (sem dúvida um alter ego do autor), ele mesmo empenhado numa jornada de redescoberta.
Cai a noite sobre Palomas revela uma nova face de Juremir Machado da Silva, mas, para aqueles que o acompanham no jornal, não será uma face de todo desconhecida. Ali está o autor que se move com desenvoltura no mundo das palavras, o autor capaz de mergulhos audaciosos na torrente impetuosa das ideias.

Moacyr Scliar

Prefácios - Antonio Calonni - Paisagem Vista do Trem

Antonio Calloni - Paisagem Vista do Trem - 2008 - Papirus Editora

Concentração de renda é uma coisa da qual ninguém gosta. Mas concentração de talentos é outro papo, é uma surpresa sempre agradável e, mais que agradável, entusiasmante: dá testemunho das múltiplas possibilidades do ser humano. Antonio Calloni é, como todos sabem, um belo exemplo de talento multifacético. É o ator que nós admiramos, na tevê, no cinema, no teatro. A partir da minissérie Anos dourados (Globo, 1986), foram numerosos os seus trabalhos na tevê, incluindo Os Maias, Terra Nostra, Chiquinha Gonzaga e Amazônia, de Galvez a Chico Mendes. No cinema, atuou em Policarpo Quaresma, herói do Brasil, de Paulo Thiago. Mas Calloni é também escritor e poeta, o autor de Os Infantes de dezembro (1999), A ilha de sagitário (2000), Amanhã eu vou dançar - Novela de amor (2002), O sorriso de Serapião e outras gargalhadas (2005). Um trabalho recebido com aplausos. "Fino prosador, alçando a nossa miséria ah marca exemplar da fábula", diz João Gilberto Noll na orelha de O Sorriso de Serapião e outras gargalhadas. "Isto que tem as mãos, leitor, é literatura transcendente", garante Pedro Bial ao analisar Amanhã eu vou dançar - Novela de amor. E ninguém menos do que o grande Manoel de Barros afirma, a propósito de Os infantes de dezembro: "Sua poesia vem de uma aguda percepção da nossa mais vulgar vivência. Gosto de tudo".
Com Paisagem vista do trem, Antonio Calloni nos dá mais uma demonstração de seu enorme talento poético, um talento que resulta de um notável domínio da forma associado a uma profunda sensibilidade. Tomem, por exemplo, Noticia sobre a criança. Ali, Calloni nos diz: "a mulher com morte cerebral / deu ah luz / uma criança". Esses versos, ele os repetirá três vezes: para que esse brutal fato da vida se imponha ah nossa desamparada incredulidade. Mas Calloni não fica nisso. Ele não quer que fiquemos nisso, na incredulidade, na tristeza. Ele quer que partamos da morte para descobrir a vida. De novo temos o jogo poético da repetição, mas desta vez galgando patamares da reflexão (aquilo que sempre fazemos quando meditamos sobre o sentido da existência) até chegarmos a um decisivo final: "a morte deu ah luz / uma vida / anterior a poesia / superior a noticia". Uma pausa, e o derradeiro verso: "e a luz, se fez". Uma sentença bíblica que nos remete ao mistério da criação, porém com outro sentido. A luz se faz não com o "Fiat Luz" do Genesis, mas quando o ser humano supera suas limitações quando a vida de um ser compensa a morte do outro. Outra celebração da condição humana temos em "Quem são essas pessoas?". Esse é um poema que, como Neruda em El libro de las preguntas, é feito de indagações. Indagações que parecem nascer da surpresa, da estranheza:

Quem são essas pessoas
Que sonham com carros antigos?
Quem são essas pessoas
Que comprar o Gordini sonhado
Com pouco soldo e lhe vestem roupa nova
E moderna?

A estranheza aqui não é só daqueles que nunca ouviram falar de um carro chamado Gordini; a estranheza, a deslumbrada estranheza, é de todos nós, diante de pessoas que dedicam a um carro antigo um inesperado carinho. Mas Calloni não fica ai. Ele tem mais perguntas a fazer. Como Sócrates, ele acredita que a interrogação é o caminho para a descoberta do outro. E assim ele indaga:

Quem é esse homem
Que ainda se espanta coma beleza
Da mulher amada
E que não se cansa de se extasiar
Com a robustez das suas coxas?

Perguntas encontramos também em "A primeira moradia"; "Que luz é essa que percebo / com meus olhos ainda mal formado?". É a criança que pergunta, e que quer não apenas respostas, mas, ainda no útero, quer o conforto e o apoio da mãe, porque, e notem a beleza destes versos, "eu sei coisas pelo teu ventre / mas é tua alma que sabe de mim". "Inventei meu verbo, meu tempo", diz Calloni, em "A moça maior". E mesmo que o verbo fale de "torta senda, verdade louca", o resultado é uma celebração poética. Para o qual todos nós, admiradores de Antonio Calloni, estamos convidados.

Moacyr Scliar

sábado, 3 de agosto de 2013

Moacyr Scliar - Mauricio A Dimensão Humana

Moacyr Scliar - Maurício A Dimensão Humana

Este livro é relativamente desconhecido na obra bibliografia de Moacyr Scliar sequer eh mencionada na sua extensa obra literária.

Acho que porque deve ter sido um livro de encomenda que trata da vida do fundador do Grupo RBS - Maurício Sirotsky.

Eu tomei conhecimento dele há muito anos quando trabalhava na auditoria da TV Gaúcha e ficamos alocados dentro do prédio da biblioteca da emissora.

Confesso que o livro ficou na minha cabeça e não tinha o achado em nenhuma das minhas andanças pelos sebos do Brasil até o surgimento dos sebos pela internet que me propiciaram trazer um exemplo ao meu acervo.

O livro narra à trajetória, o cenário histórico, a dimensão humana de um pioneiro da comunicação do Brasil e esse eh também seu subtítulo.

O texto de Moacyr Scliar dá todo um brilho especial a essa trajetória e o livro merece fazer parte da longa bibliografia e também carece de uma reedição.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Moacyr Scliar - Histórias de Aprendiz

Moacyr Scliar - Histórias de Aprendiz

A história de um jovem aluno de medicina que tem vontade de aprender e que por acaso cruza o caminho de uma enfermeira experiente tanto na medicina quando nas artes do amor.

A iniciação de um jovem aprendiz, a facilidade com que Moacyr Scliar vai tecendo sua história e nos colocando nos bastidores da residência de um médico em formação, faz com que nos sintamos participantes daquela vida.

O desfecho também eh inevitável, mas não surpreendente.

Moacyr Scliar - A Orelha de Van Gogh

Moacyr Scliar - A Orelha de Van Gogh

Reunião de Contos publicada originalmente em 1989 e contemplada com Prêmio Casa de Las Américas naquele mesmo ano.

Encontramos As Pragas - Não Pensa Nisso, Jorge - A Orelha de Van Gogh - Fragmento - Árvore de Decisões - Quebra-Cabeças - Marcha do Sol Nas Regiões Temperadas - Diário De Um Comedor de Lentilhas - Misereor - Sindicato dos Calígrafos - Atualidades Francesas - Um Emprego Para o Anjo da Morte - Hora Certa - O Inimigo Público - Mensagem - Inéditos - Minuto de Silêncio - O Príncipe - Problema - No Mundo das Letras - Pele Sensível - Surpresa - O Vencedor: Uma Visão Alternativa - Memórias de Uma Anoréxica.

Meus destaques vão para os contos: As Pragas - A Orelha de Van Gogh - Quebra-Cabeças - Marcha do Sol Nas Regiões Temperadas e No Mundo das Letras, não que os demais não sejam tão bons quanto estes.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Zilá Bernd e Outras Org. - Tributo a Moacyr Scliar

Zilá Bernd e Outras Org. - Tributo a Moacyr Scliar

Trata-se de um livro em homenagem ao escritor Moacyr Scliar e está dividido em duas partes: Depoimentos Pessoais e Estudos Críticos.

Um senão eh termos dois depoimentos pessoais de editores franceses sobre a relação com Moacyr publicados em francês, língua em que a maioria dos interessados não tem a mínima noção e não contou com tradução nesta edição.

Afora isso, o conjunto de depoimentos e artigos valem para realçar a pessoa e o escritor Moacyr Scliar.

Cada um deles dá a dimensão da obra e da vida dedicada a compor uma obra que permanecerá no imaginário de seus leitores e com certeza deixará o nome do escritor escrito entre os grandes da literatura brasileira.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Moacyr Scliar - Contos Reunidos

Moacyr Scliar - Contos Reunidos

Reunião primordial para a literatura brasileira, um passeio magistral pela arte de fazer e ler contos.

Moacyr é um contista, inexplicável, é um passeio sem limites para sonhar, é acreditar que ele foi capaz de premeditar cada conto.

Destaque especial para o conto Os Contistas um passeio eterno pelo universo literário e cultural deste país.

Moacyr Scliar - Sonhos Tropicais

Moacyr Scliar - Sonhos Tropicais

Um livro interessante que conta a história romanceada do cientista Oswaldo Cruz.

Em um livro diferente ou igual a todos que Moacyr Scliar escreve.

Ele tem o dom de escrever de um jeito fascinante, parece que dá a entender que fala e narra à estória, sendo personagem e escritor ao mesmo tempo, por tudo isso o livro se torna difícil no começo e deslancha no final, e leva o leitor a uma viagem curta e muito boa sobre a vida e a obra deste sanitarista chamado Oswaldo, vale à pena ler Sonhos Tropicais.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Moacyr Scliar - A Voz Do Poste

Moacyr Scliar - A Voz Do Poste

Impossível não continuar a ler Moacyr Scliar, por mais que se leia, sempre queremos mais e com isso sempre iremos à busca de novos livros e também de novas releituras.

Escrito em forma de pequenos textos me deparei com uma novela que conta a história de uma família de imigrantes que vieram da Rússia para morar no Rio Grande do Sul.

À medida que vamos andando com a história nos vemos diante de um jovem Josias com objetivos de vida, nos vemos diante de um inicio de epidemia de varíola, da resistência a vacina.

Moacyr tese com maestria um mosaico que nos coloca em uma história altamente inspiradora e inspirada na trajetória de Maurício Sirotsky Sobrinho, coisa que somente fiquei sabendo ao final da leitura.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Moacyr Scliar - O Amigo de Castro Alves

Moacyr Scliar - O Amigo de Castro Alves

Um novo encontro com a obra deste grande escritor que foi Moacyr Scliar, sentimos saudades se seus textos.

Este encontro foi um duplo, pois também nos encontramos com a história romanceada de Castro Alves.

Um livro de fácil leitura e muito bem escrito do começo ao fim.

Em tempo, ainda temos breve descrição de aspectos históricos, grande bibliografia e uma antologia de poemas.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Moacyr Scliar - O Menino e o Bruxo

A Editora Ática tem em seu catálogo o livro O Menino e o Bruxo, segue a nossa sinopse:

O livro narra à história do menino Joaquim Maria, o futuro Machado de Assis.

Moacyr descreve a infância de nosso maior escritor em detalhes sobre a ótica dele mesmo.

Contando em forma de memórias, vai traçando os passos que levam Joaquim Maria a se transformar em referência para as futuras gerações de escritores.

O livro faz parte da Coleção Moacyr Scliar editada pela Editora Ativa, é endereçado também ao público infanto-juvenil e acima de tudo é um passeio pela cidade do Rio de Janeiro do Século XVII.

É bastante curtinho para poder cativar ao público a que é endereçado.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Moacyr Scliar - Minha Mãe Não Dorme Enquanto Eu Não Chegar



A L&PM Editores tem em seu catálogo o livro Minha Mãe Não Dorme Enquanto Eu Não Chegar.

O livro é uma reunião de crônicas que tratam basicamente de memórias do escritor, inclusive traz uma apresentação de cerca de 15 páginas, aonde Moacyr Scliar traça um painel sobre sua infância, que é muito interessante para demonstrar as lembranças que ele tinha sobre sua própria meninice.

É um livro endereçado ao público infanto-juvenil, pois tem cerca de 94 páginas, onde tanto os adultos, quando os adolescentes que o lerem poderão se identificar em diversas momentos das crônicas que foram reunidas no livro.

O livro traça um painel bastante motivador sobre as relações de pais e filhos, fazendo com que nós reflitamos sobre nossas relações tanto com nossos pais quanto com nossos filhos.

O livro deveria fazer parte da relação de livros indicados a serem lidos em escolas públicas e privadas do Brasil inteiro.